1. Perdendo a virgindade na fazenda


    Encontro: 24/10/2018, Categorias: Heterossexual, Autor: Freud, Fonte: CasadosContos

    Existem coisas que acontecem meio sem querer principalmente quando se é moleque. Passei minha infância e adolescência curtindo férias na fazenda dos meus avós. Lá tive minhas primeiras experiências com sexo, eu devia ter meus 15 anos quando transei pela primeira vez. Joana era a filha mais velha de um dos peões da fazenda, parecia uma índia, deixava os peões alvoroçados quando aparecia, o pai vivia viajando levando o gado daqui pra lá e de lá para cá, era o homem de confiança do meu vô. Puxara a beleza da mãe, que apesar de se desdobrar nos afazeres da casa não perdera a beleza. Naquela tarde, eu estava na beira do rio quando a avistei nas pedras, parecia uma sereia...estava nua deitada pegando os últimos raios de sol. Fiquei ali quietinho observando aquela maravilha que Deus botou na terra. Tinha o corpo esculpido, como dizia as velhas lavadeiras corpo de mulher metedeira que enfeitiça homem. E devia enfeitiçar mesmo. Meus amigos diriam que era gostosa. E depois já mais velho descobri que era mesmo. Joana enfim vestiu seu vestido de chita curtinho e partiu pra casa, era quase hora de por a mesa e geralmente ela ajudava a mãe. Passei a noite pensando na morena, por sua causa me iniciei na arte da covardia do cinco contra um. Pulei da cama cedo para vê-la colocar a mesa. Estava mais linda ainda num vestidinho curto que deixava as coxas à mostra. Eu percebia que minha vó não aprovava muito as entradas dela na casa mas não sabia o porquê. Naquela tarde, Fuíca um moleque ...
    atentado que sabia de tudo que acontecia na fazenda viu Joana passar indo em direção ao paiol , e logo soltou . _ É hoje que o padrim tira o couro... _Que papo é esse Fuíca, seu padrinho é meu vô! Mais respeito. -Se ta besta, vai dizer que num sabe...padrim come essa moleca só o pai num sabe ou num quer saber. Ta achando que padrim é bobo? Então estava explicado, por isso minha vó implicava com a morena. Nos dias que se seguiram fiquei escoltando Joana. Quase todas as tardes ela fazia seu ritual na beira do rio, banhava-se nua e esperava secar nas pedras. E quase todas as noites eu lhe rendia homenagem em meu banheiro. Naquela noite de lua cheia, os peões se reuniam no terreiro, tinha viola, cantoria, as famílias dos empregados vinham e era uma grande festa. Joana se destacava entre as demais. Era nítida a inveja que todas as mulheres tinham dela, assim como era nítido o olhar de cobiça de todos os homens. Minha vó se recolhia cedo, a própria Joana também se fora com a mãe, o pai chegaria com a comitiva no amanhecer. Fiquei ali no terreiro vendo a peãozada se embebedar entre uma moda e outra. Vi quando meu avô disfarçou em direção ao paiol...era minha chance de conferir se o que o moleque falara era verdade. Dei a volta pela casa e entrei por uma janelinha, meu avô estava sentado em um saco quando Joana chegou. A morena foi logo deixando o vestidinho cair, revelando o corpo totalmente nu. Meu avó não era de meias palavras, abriu o zíper e botou pra fora seu membro rijo. Apesar da ...
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