1. Japonesa violentada por uma gang na frente do noivo em Aguas de São Pedro.


    Encontro: 10/01/2019, Categorias: Sadomasoquismo, oriental, Japonesa, Sequestro, assalto, Estupro, japonesa;escrava, Fetiches, Humilhação, Gang bang, Suruba, Grupal, Autor: Claudia Japonesa, Fonte: CasadosContos

    Pessoal, estou de volta. Para quem não me conhece, meu nome é Claudia, sou uma oriental de 26 anos, seios e bumbum pequeno, pele bem branca, cabelo liso até um pouco abaixo dos ombros. O Conto se passa na semana do meu aniversário. Eu e meu noivo Edgard fomos viajar para curtir as cachoeiras na região de São Pedro e Águas de São Pedro. Alugamos uma bela casa, se não me engano a diária variava entre R$ 1.300,00 até R$ 1.500,00 reais. Era um Terreno grande, em torno de 2.000 M2 , com quarto, 2 banheiros, piscina e um belo quintal. A entrada era um portão branco de ferro, em torno de 2 metros de altura, muro de tijolos do tipo chaminé. O Terreno na frente tinha um belo jardim, uma área coberta para 2 carros, luzes externas tipo de vila antiga. A casa era bege, térrea, a porta e as janelas eram do tipo de correr. Também tinha uma varanda e uma churrasqueira simples. O local era muito gostoso para andar, pois tinha muitas folhas secas e o som delas quebrando era muito gostoso. A sala tinha um piso de madeira lindo, que combinava com o sofá de couro, tinha uma prateleira e TV de LCD. O quarto tinha uma cama para casal, solteiro e um belo armário. Os primeiros dias foram maravilhosos. Muita cachoeira e comida. Nossa história começou a mudar, no dia que fomos para a cachoeira do escorregador. Meu noivo estava de sunga azul e eu de biquine cor de salmão (sempre adorei as corres que confundem com a pele). Curtimos muito as quedas, o escorregador e até a boia de câmara de caminhão. A ...
    manhã foi maravilhosa e saímos do lugar. A volta foi por uma estrada de terra. Pretendíamos visitar a cachoeira do astor, por isso meu noivo colocou apenas o tênis e um short, eu continuei apenas de biquine. O caminho seria curto e seguro, se não fosse minha mão boba no short do meu noivo. Para não ter um acidente e começarmos a brincadeira, ele procurou uma das saídas e parou no meio de uma plantação de cana. Estava muito gostoso. Saímos do carro e comecei a chupar aquele mastro delicioso. Adoro morder e apertar um pau com as mãos, fazendo inchar e ficar mais roxo. Às vezes ouvíamos o som dos carros que passavam para ir à cachoeira, mas não ligávamos, afinal teriam que sair da estrada chegar lá. Tudo ia bem até que meu noivo caiu no chão e vi aquele cano apontado para minha cabeça. Não tínhamos prestado atenção, mas eram dois homens negros, magros , ambos armados que saíram do meio da cana. - Fica quietinha Japa, entra no carro. - Pelo amor de Deus, não levem a nós. - Puta, 1º Deus, 2º nós e 3º se não calar a boca e entrar, vou estourar o viado aqui. Ele deveria estar drogado ou ter bebido. Não teve jeito, eu e meu noivo tivermos que entrar no carro. Meu lindo ainda estava zonzo, pois não é fácil levar coronhada na cabeça. - Onde vocês estão hospedados? Fala agora!!! Passamos o endereço. Edgard foi no banco do passageiro passando os dados. Eles tinham usado um fitilho para prender as mãos do meu noivo. Eu fui no banco de trás, sentindo o cano frio apontando para minha barriga. ...
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