1. Promotora estuprada


    Encontro: 28/07/2018, Categorias: Heterossexual, Humilhação, Anal, Estupro, Grupal, Autor: Jotinha, Fonte: CasadosContos

    mordaça, enquanto tentava abafar em sua mente o gemidos e xingos dos estupradores... depois do segundo, mais um, e mais outro, se revezavam em sua buceta. Ela estava exausta e machucada, e chorava muito. Pensava que iria morrer, e em toda a sua carreira até aquele dia. Depois que os quatro a usaram, alguns gozando em sua buceta, alguns em sua cara, deixaram-na deitada no sofá, enquanto andavam pela casa, pegando bebidas e comida. Ela ouviu então a voz de um deles dizendo “acorda, vagabunda. É hora do seu show.”. Sem entender, abriu os olhos cobertos de lágrimas, e viu que um deles a filmava com um celular. Voltou a gritar, abafada pela mordaça, pensando na vergonha que estava passando. Um dos homens a colocou na posição de frango assado, com as pernas forçadamente abertas e dobradas para cima, expondo ainda mais seu corpo. Colocou então a cabeça do pau na entrada do seu cuzinho virgem, e lentamente, como se estivesse curtindo aquele momento, foi enfiando aos poucos, enquanto ela gritava e arregalava os olhos. Quando sentiu as bolas de seu estuprador encostarem no seu corpo, Luciana estava fora de si. Imaginava estar em qualquer outro lugar, fechava o olhos e rezava, pedia para morrer... mas logo um tapa forte na cara a trazia de volta, e ela percebia o horror do que estava acontecendo. A dor era insuportável, e o bandido metia sem piedade. Olhando para o lado, ela viu o homem com o celular filmando, ora seu cuzinho sendo invadido, ora seu rosto coberto de lágrimas. ...
    Aproximando o celular, ele falou “fala, puta. Fala onde o pau dele está enfiado. Fala!”. Ela começou a chorar ainda mais desesperada, mas o bandido que a estuprava beliscou forte seus mamilos, dizendo “fala, sua vagabunda! Se você está chorando agora, você não faz ideia do que a gente pode fazer com você”. O celular foi colocado novamente perto de seu rosto, e a pergunta foi repetida: “onde é que o pau dele está enfiado, puta?” “na minha bunda...” ela falava, baixinho, chorando. “fala alto, puta! Fala NO MEU CUZINHO” “no meu cuzinho. No meu cuzinho!”, ela chorava. Ela só pensava que seria exposta, que essa filmagem seria enviada para sua família, para seus colegas de trabalho, e ela seria humilhada para sempre... o segundo bandido veio, novamente comendo seu cu, com violência, rindo e gemendo em seu ouvido, dizendo que ela era uma puta que merecia ser currada todos os dias. Quando o terceiro se posicionou, chamou o outro que ainda não tinha tido sua vez para que fizesse uma dupla penetração, e ela sentiu os dois caralhos se esfregando dentro do seu corpo, enquanto bucetinha e cu queimavam, fazendo com que ela quase desmaiasse. O que comia seu cu, então, puxou-a pelos cabelos, colocando o pau na sua boca, para humilhá-la ainda mais. Sentiu o jato de porra na garganta, misturado ao seu próprio sangue. Foi jogada no chão, e ainda ouviu o último bandido, antes que fechasse a porta atrás dele, dizer “lembre-se, excelência, seu filme está seguro com a gente”. No dia seguinte, Luciana pediu ...